Sempre tive certos tipos de "amigos" dos quais eu precisava andar "correndo atrás", se eu não fosse na casa ou desse um sinal de vida, as pessoas nem lembrariam da minha existência e depois de tempos noto que nada mudou. Mas a constatação veio a partir do dia que fiquei doente e acabei nem indo trabalhar. Resumindo, se eu tivesse morrido, com certeza o enterro seria bem vazio HAHAHA
Posto aqui com indignação e registro que vou mudar o meu comportamento, talvez ser essa garota boazinha que se sente sozinha e quer ajudar os outros sempre, não tenha me trazido muitas vantagens até hoje. Quando alguém tem algum problema, eu estou sempre ali, ajudo todo mundo, faço companhia, ouço as lamentações... Mas e quanto a mim? Não tenho direito de ter amizades que façam o mesmo, ou que não me procurem apenas para festa ou para se lamentar ou ainda com algum interesse (mesmo que eu não tenha nada, mas interesse sempre existe). Claro que meus princípios de boa menina vão me perseguir eternamente e não vou deixar de me preucupar com os problemas alheios, mas são em momentos como esses que vemos os VERDADEIROS AMIGOS! Que eu tenho apenas 4. Achei que tinha mais, mas ao esperar suas visitas ou telefonemas ou a simples lembrança, vi que tenho apenas esses, que valem mais que tudo para mim e é por eles que vou sempre fazer tudo o possível e mais um pouco.

Rui, Fernando Busch, Fernando Feltrin e Ana, Obrigada pela amizade sempre! E também obrigada a outras pessoas que conheço a pouco tempo e se importam mais comigo do que os meus "amigos".
(Eu não ia citar nomes, mas como minha intenção é fazer disso um registro, achei uma boa idéia).
Afonsinho na sua melhor pose para todos os meus amiguinhos HAHAHA
Level UP!