terça-feira, dezembro 22, 2009

Ahhh, o Verão! :D

E chegou o verão!

Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose.

Verão é picolé de Kisuco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.

Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis.

Mas o principal ponto do verão é... a praia ! Ah, como é bela a praia.

Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.

Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.

Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.

O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando.

Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias.

Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia.

E as crianças? Ah, que gracinhas!

Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo MP 3 enquanto dormem.

As mulheres também têm muita diversão na praia , como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo.

Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar o poço pra fincar o cabo do guarda-sol.

É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé.

Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar!

Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo.

Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.

Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa.

A gente abre a esteira velha, com o cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha. Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor!

Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora.

Todo mundo 'volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O shampoo acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde creme de barbear até desinfetante de privada.

As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa da praia oferece.

Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas.

O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família.

Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical.

*Qualquer semelhança com a vida real, é uma mera coincidência. *




Luís Fernando Veríssimo

quarta-feira, dezembro 16, 2009

E agora?

Comecei um teste ontem e terminei hoje de manhã, pois é muito extenso, mas recomendo: www.temperamento.com.br, é um teste psicológico, na realidade é um estudo científico, que vale mesmo a pena fazer. Terminei a primeira etapa que me mostrou uma "realidade", níveis de medo altos e controle e raiva médios, e então passei para a segunda que eu achei a mais interessante... O diagnóstico da fase psiquiátrica foi probabilidade de: depressão, distimia, ansiedade generalizada e transtorno de personalidade borderline, fobia social, personalidade esquizóide.. (nossa) que pesquisando sobre os assunto vi que realmente tem algumas coisas a ver comigo. Então.. fiz várias ligações na parte da manhã para psiquiatras, pois pensei em marcar uma consulta para ter uma outra opinião e assim pensar na melhor maneira de resolver o problema, mas nenhum nem da cidade e nem da região atende pelo meu plano de saúde, então por enquanto, vou deixar assim (e vi no quanto esses médicos se aproveitam das fragilidades das pessoas sendo que o principal objetivo deveria ser o bem do próximo).
Fiquei preocupada ao pensar que partes da minha personalidade podem ser problemas, ou podem me causar muito mais prejuízos que antes. http://www.mentalhelp.com/Borderline.htm
Não que eu tenha todos os sintomas, mas tenho dificuldade para lidar com coisas da minha infância, que para algumas outras pessoas pode ser besteira. Talvez o mais marcante era outras crianças cantando "gorda baleia saco de areia..." e eu querendo ser magra e popular como as outras guriazinhas, mas no lugar disso sempre fui a "CDF" ou a fdp que não dava cola e nem emprestava o material. Eu dou risada disso agora, mas tem muitas coisas que ficaram. A desconfiança, o medo e várias outras que agrediram uma personalidade que estava se formando. Tenho traumas de adolescencia também, de ser usada pelas outras pessoas, de falta de amigos e de confiança, pois realmente não tinha nenhuma pessoa boa por perto e não dava valor para a minha família o que me traz culpas e arrependimentos.
Mas tudo isso é evolução, pra que pensar que tenho um problema, quando na realidade estava passando por aprendizados necessários para meu futuro, para meu crescimento. E continuo...
Estive lendo outros transtornos de personalidade, mas não é porque algumas pessoas se encaixam em algum deles é que precisamos de tratamento. Não precisamos entrar em um padrão e nem nos manter iguais aos outros. Conflitos são comuns e necessários para que se possa ser cada dia melhor, cada dia em mais sintonia com algo maior. Será que com remédios, ficariamos todos iguais e até que ponto isso é positivo? E se todos decidissem se tratar e o que seriam das nossas personalidades? As pessoas mais importantes de nossa história poderiam ter sido consideradas obsecadas, antisociais, paranóicas, esquizóides, e etc..
Não acredito que esses traços marcantes meus (e nem os de ninguém) sejam um distúrbio que não deveria existir. Essa sou eu, defeitos e virtudes, mas sou eu e vou mudar, com certeza, mas não são remédios ou médicos (pois é um negócio muito vantajoso, pois os remédios patrocinam os médicos que já não ganham o suficiente em cima das fraquezas dos individuos, para que estes conduzam os pacientes a pensarem que não podem viver sem medicações) que vão me ajudar. Por mais que o mundo queira me induzir a pensar assim.

sexta-feira, dezembro 11, 2009

terça-feira, dezembro 08, 2009

Serenidade...

Parei para me perguntar o que eu pretendia para no próximo ano ou o que eu achei que melhoraria no próximo ano e fiquei feliz ao perceber que está tudo se encaminhando da melhor maneira possível, com certeza o ínicio desse mês foi um separador de águas da minha história e com certeza para melhor.
Separei tudo que não presta e deixei para trás e a partir de agora estou entre boas pessoas e tudo bem encaminhado e com certeza vou dar o melhor de mim. Um bom emprego, uma nova faculdade, uma nova vida regida pelos meus princípios e pela boa educação que meus pais me deram e pelos ensinamentos que tive ao logo desses 22 quase 23 anos. Acredito finalmente ter encontrado a guia para me manter viva e para ter uma postura diferente da que vinha tendo em relação a vida. Agora vejo que posso deixar para trás toda a melancolia antes vivida e seguir feliz, pois não existe nenhum empecilho, pois achei os propósitos e o motivo que me deixa em pé e vejo que esse motivo era bem mais simples do que imaginava, foi só acreditar em mim, que tinha essa resposta em algum lugar.
Finalmente tenho bons planos e serenidade.
Serenidade que é tão importante e que sem ela, não somos nada.

A morta - Guy de Maupassant

Eu a amara perdidamente! Por que amamos? É realmente estranho ver no mundo apenas um ser, ter no espírito um único pensamento, no coração um único desejo e na boca um único nome: um nome que ascende ininterruptamente, que sobe das profundezas da alma como a água de uma fonte, que ascende aos lábios, e que dizemos, repetimos, murmuramos o tempo todo, por toda parte, como uma prece.

Não vou contar a nossa história. O amor só tem uma história, sempre a mesma. Encontrei-a e amei-a. Eis tudo. E vivi durante um ano na sua ternura, nos seus braços, nas suas carícias, no seu olhar, nos seus vestidos, na sua voz, envolvido, preso, acorrentado a tudo que vinha dela, de maneira tão absoluta que nem sabia mais se era dia ou noite, se estava morto ou vivo, na velha Terra ou em outro lugar qualquer.

E depois ela morreu. Como? Não sei, não sei mais.

Voltou toda molhada, nutria noite de chuva, e, no dia seguinte, tossia. Tossiu durante cerca de uma semana e ficou de cama.

O que aconteceu? Não sei mais.

Médicos chegavam, receitavam, retiravam-se. Traziam remédios; uma mulher obrigava-a a tomá-los. Tinha as mãos quentes, a testa ardente e úmida, o olhar brilhante e triste. Falava-lhe, ela me respondia. O que dissemos um ao outro? Não sei mais. Esqueci tudo, tudo, tudo! Ela morreu, lembro-me muito bem do seu leve suspiro, tão fraco, o último. A enfermeira exclamou: "Ah! Compreendi, compreendi!"

Não soube de mais nada. Nada. vi um padre que falou assim: "Sua amante." Tive a impressão de que a insultava. Já que estava morta, ninguém mais tinha o direito de saber que fora minha amante. Expulsei-o. Veio outro que foi muito bondoso, muito terno. Chorei quando me falou dela.

Consultaram-me sobre mil coisas relacionadas com o enterro. Não sei mais. Contudo, lembro-me muito bem do caixão, do ruído das marteladas quando a enterraram lá dentro. Ah! meu Deus!

Ela foi enterrada! Enterrada! Ela! Naquele buraco! Algumas pessoas tinham vindo, amigas. Caminhei durante muito tempo pelas ruas. Depois voltei para a casa. No dia seguinte, parti para uma viagem.

Ontem, regressei a Paris.

Quando revi o meu quarto, o nosso quarto, a nossa cama, os nossos móveis, toda essa casa onde ficara tudo o que resta da vida de um ser depois da sua morte, o desgosto apoderou-se de mim novamente, de uma forma tão violenta que quase abri a janela para atirar-me à rua. Não podendo mais permanecer no meio daqueles objetos, daquelas paredes que a tinham encerrado, abrigado, e que deviam conservar em suas fendas imperceptíveis milhares de átomos seus, da sua carne e da sua respiração, peguei meu chapéu para sair. De súbito, ao atingir a porta, passei diante do grande espelho que ela mandara colocar no vestíbulo para mirar-se, dos pés à cabeça, todos os dias antes de sair, para ver se toda a sua toalete lhe ia bem, se estava correta e elegante, das botinas ao chapéu.

E parei, de chofre, diante desse espelho que tantas vezes a refletira. Tantas, tantas vezes, que também deveria ter guardado a sua imagem.

Fiquei lá, de pé, trêmulo, os olhos fixos no vidro liso, profundo, vazio, mas que a contivera toda, que a possuíra tanto quanto eu, tanto quanto o meu olhar apaixonado. Tive a impressão de que amava aquele espelho - toquei-o - estava frio! Ah! recordação! recordação! Espelho doloroso, espelho ardente, espelho vivo, espelho horrível, que inflige todas as torturas! Felizes os homens cujo coração, como um espelho onde os reflexos deslizam e se apagam, esquece tudo o que conteve, tudo o que passou à sua frente, tudo o que se contemplou e mirou na sua feição, no seu amor! Como sofro! Saí e, involuntariamente, sem saber, sem querer, dirigi-me ao cemitério. Encontrei seu túmulo, um túmulo singelo, uma cruz de mármore com algumas palavras: "Ela amou, foi amada, e morreu."

Lá estava ela, embaixo, apodrecendo! Que horror! Eu soluçava, a fronte no chão.

Fiquei lá por muito tempo, muito tempo. Depois, percebi que a noite se aproximava. Então, um desejo estranho, louco, um desejo de amante desesperado apoderou-se de mim. Resolvi passar a noite junto dela, a última noite, chorando no seu túmulo. Mas me veriam, me expulsariam. Que fazer? Fui esperto. Levantei-me e comecei a vagar pela cidade dos desaparecidos. Vagava, vagava. Como é pequena essa cidade ao lado da outra, daquela em que vivemos! Precisamos de casas altas, de ruas, de tanto espaço, para as quatro gerações que vêem a luz ao mesmo tempo, que bebem a água das fontes, o vinho das vinhas e comem o pão das planícies.

E para todas as gerações dos mortos, para toda a série de homens que chegaram até nós, quase nada, um terreno apenas, quase nada! A terra os toma de volta, o esquecimento os apaga. Adeus!

Na extremidade do cemitério habitado, avistei subitamente o cemitério abandonado, onde os velhos defuntos acabam de misturar-se à terra, onde as próprias cruzes apodrecem, e onde amanhã serão colocados os últimos que chegarem. Está cheio de rosas silvestres, de ciprestes negros e vigorosos, um jardim triste e soberbo alimentado com carne humana.

Estava só, completamente só. Agachei-me perto de uma árvore verde. Escondi-me completamente entre os galhos grossos e escuros.

E esperei, agarrado ao tronco como um náufrago aos destroços.

Quando a noite ficou escura, bem escura, deixei o meu abrigo e comecei a caminhar de mansinho, com passos lentos e surdos, por essa terra repleta de mortos.

Vaguei durante muito, muito tempo. Não a encontrava. Braços estendidos, olhos abertos, esbarrando nos túmulos com as mãos, com os pés, com os joelhos, com o peito, e até com a cabeça, eu vagava sem encontrá-la. Tocava, tateava como um cego que procura o caminho, apalpava pedras, cruzes, grades de ferro, coroas de vidro, coroas de flores murchas! Lia nomes com os dedos, passando-os sobre as letras. Que noite! Que noite! Não a encontrava!

Não havia lua! Que noite! Sentia medo, um medo horrível, nesses caminhos estreitos entre duas filas de túmulos! Túmulos! Túmulos! Túmulos. Sempre túmulos! À direita, à esquerda, à frente, à minha volta, por toda parte, túmulos! Sentei-me num deles, pois não podia mais caminhar, de tal forma meus joelhos se dobravam. Ouvia meu coração bater! E também ouvia outra coisa! O quê? Um rumor confuso, indefinível! Viria esse ruído do meu cérebro desvairado, da noite impenetrável, ou da terra misteriosa, da terra semeada de cadáveres humanos? Olhei à minha volta!

Quanto tempo fiquei ali? Não sei. Estava paralisado de terror, alucinado de pavor, prestes a gritar, prestes a morrer.

E, de súbito, tive a impressão de que a laje de mármore onde estava sentado se movia. Realmente, ela se movia, como se a estivessem levantando. Com um salto, precipitei-me para o túmulo vizinho e vi, sim, vi erguer-se verticalmente a laje que acabara de deixar; e o morto apareceu, um esqueleto nu que empurrava a lápide com as costas encurvadas. Eu via, via muito bem, embora a escuridão fosse profunda. Pude ler sobre a cruz:

"Aqui jaz Jacques Olivant, morto aos cinqüenta e um anos de idade. Amava os seus, foi honesto e bom, e morreu na paz do Senhor."

O morto também lia o que estava escrito no seu túmulo. Depois, apanhou uma pedra no chão, uma pedrinha pontiaguda, e começou a raspar cuidadosamente o que lá estava. Apagou tudo, lentamente, contemplando com seus olhos vazios o lugar onde ainda há pouco existiam letras gravadas; e, com a ponta do osso que fora seu indicador, escreveu com letras luminosas, como essas linhas que traçamos com a ponta de um fósforo:

"Aqui jaz Jacques Olivant, morto aos cinqüenta e um anos de idade. Apressou com maus tratos a morte do pai de quem desejava herdar, torturou a mulher, atormentou os filhos, enganou os vizinhos, roubou sempre que pode e morreu miseravelmente."

Quando acabou de escrever, o morto contemplou sua obra, imóvel. E, voltando-me, notei que todos os túmulos estavam abertos, que todos os cadáveres os tinham abandonado, que todos tinham apagado as mentiras inscritas pelos parentes na pedra funerária, para aí restabelecerem a verdade.

E eu via que todos tinham sido carrascos dos parentes, vingativos, desonestos, hipócritas, mentirosos, pérfidos, caluniadores, invejosos, que tinham roubado, enganado, cometido todos os atos vergonhosos, abomináveis, esses bons pais, essas esposas fiéis, esses filhos devotados, essas moças castas, esses comerciantes probos, esses homens e mulheres ditos irrepreensíveis.

Escreviam todos ao mesmo tempo, no limiar da sua morada eterna, a cruel, terrível e santa verdade que todo mundo ignora ou finge ignorar nesta Terra.

Imaginei que também ela devia ter escrito a verdade no seu túmulo. E agora já sem medo, correndo por entre os caixões entreabertos, por entre os cadáveres, por entre os esqueletos, fui em sua direção, certo de que logo a encontraria.

Reconheci-a de longe, sem ver o rosto envolto no sudário.

E sobre a cruz de mármore onde há pouco lera:

"Ela amou, foi amada, e morreu", divisei:

"Tendo saído, um dia, para enganar seu amante, resfriou-se sob a chuva, e morreu”.

Parece que me encontraram inanimado, ao nascer do dia, junto a uma sepultura.

domingo, novembro 29, 2009

Os dispostos se atraem ;)

Calor infernal na velha cruz altinha... E eu falando coisas que já falei e escutando coisas que já ouvi e tendo deja vu de relacionamentos. Mulheres inteligentes demoram mais tempo para conseguir um companheiro e muitas ficam sozinhas e sabe o porquê disso? Pois não aceitamos ilusões, romances, paixões enlouquecedoras como fonte de nossa felicidade pois a felicidade não está em alguém e sim em nós mesmas e pense como é difícil para um homem que sempre foi o centro das atenções aceitar que é nada em nossas vidas, nada também é exagero, mas se resume a uns 5% de nossas vidas. Com certeza existem mulheres muito bem casadas com homens também inteligentes e assim uma possível felicidade e uma relação duradoura. (É importante dizer aqui o quanto inteligência e esperteza se confundem mas não tem nada a ver).
Esses dias li uma tirinha simplesmente brilhante que dizia "os dispostos se atraem", pensem em verdade pois realmente idiotice e inteligência não tem nada a ver. Pode ser o amor de infância, o affair da esquina ou um completo desconhecido.
Um conjunto de fatores em um mente sadia é igual a felicidade, conjunto esse que varia de pessoa para pessoa, umas bem mais exigentes que outras.
As vezes vejo que caio em tantas ciladas por causa dos meus sonhos infantis e com certeza está na hora de crescer, a adolescência ficou pra trás...


Minha mãezinha e a Yuki :D (meus verdadeiros amores)


Olhei um filme muito bom ontem, "Anjos Rebeldes" - Sobre mulheres que lutaram pelos nossos direitos e ganharam!

quinta-feira, novembro 26, 2009

oooiiinn *.*




:D

adoro gatos :D

retirado de: http://failblog.com.br/

terça-feira, novembro 24, 2009

São coisas da vida...

Hoje entre reportagens e besteira da internet estive avaliando o quanto é importante os momentos de lazer e os momentos que temos sozinhos para pensar nos fatos de nossas vidas.
Como já postei antes, a importância de uma boa companhia é relevante mas e o prazer de se encontrar a e viver em paz sozinha é incalculável. O que adianta viver em sociedade se vivemos em um conflito interno e em uma total falta de interesse por nós mesmo. Tudo bem, talvez isso sejam idéias bastante individualistas, e isso não é importante? A individualidade que nos leva a idéia que um dia poderíamos ser perfeitos, como li esses dias, um casamento ou qualquer tipo de relação, não são duas pessoas que precisam se completar e sim, dois seres completos que precisam se aceitar.
Estive em casa nestes últimos dias pensando o que me impede de viver hoje, e vão sempre existir coisas que vão me fazer adiar minha vida para depois, mas estou vivendo agora, estou vivendo crises que vão me ajudar a evoluir, estou vivendo alegrias que ficarão para trás, então, que venham os conflitos, cada um deles um novo grau na escala. Apenas não estou nos velhos e perdidos conceitos de "curtir" a vida aceito pelas massas.
Ainda acredito que as soluções virão com o tempo e a vida segue da exata maneira como deveria. Nem melhor e nem pior, apenas isso...

http://g1.globo.com/g1/ciencia/
Preocupante... e conflitante com as idéias individualistas acima..

Caí na manipulação da globo online (Y) HAUSHASUHAS (conceito FAIL)

domingo, novembro 01, 2009

A liberdade e a importância de cada momento...

Cada dia eu noto com mais intensidade a importância da liberdade e da confiança, em relacionamentos que deveriam ser simples como os de uma mãe para uma filha, mas que acabam se tornando complexos justamente pela falta desses dois componentes essenciais para uma boa convivência. Hoje me vejo presa em um rede que não consigo sair e estou esperando resultados de algumas coisas que plantei, vejamos o que me espera para o futuro e mais uma vez eu vejo que qualquer decisão tomada hoje certamente acarretará varias mudanças cruciais no futuro (efeito borboleta). Mas sinceramente, acredito em algo que faça com que as coisas aconteçam corretamente. Noto que as coisas se encaixam em um grande aprendizado e com certeza isso não e a toa. Hoje, vejo pessoas que era minhas paixões no passado, se tornarem grandes pesares no presente e isto não muda o fato que tenho que continuar minha vida, mesmo com isso tudo. Acredito que não preciso ir tão longe para conseguir conviver com certas coisas, mas gostaria de ter oportunidades de crescimento.
E oq tem de mal se as coisas que gostei ontem não gosto mais hoje? Minha vida é isso, a vida de todos é isso, uma grande transformação, graças a DEUS!
Vejo a cada dia a importância dos meus amigos de verdade, que são poucos, bem poucos. E conto com imeeensa felicidade que reencontrei/encontrei uma pessoa muito especial...

"Seu sorriso é tão resplandecente
Que deixou meu coração alegre
Me de a mão pra fugir desta terrível escuridão
Desde o dia em que eu te reencontrei,me lembrei daquele lindo Lugar.
Que na minha infância era especial para mim.
Quero saber se comigo você quer vir dançar.
Se me der a mão eu te levarei por um caminho cheios de sombras eDe luz.
Você pode até não perceber, mas o meu coração se amarrou em você
E precisa de alguém pra te mostrar o amor e o mundo te dá.
Meu alegre coração palpita por um universo de esperança.
Me de a mão a magia nos espera.
Vou te amar por toda minha vida.
Vem comigo por este caminho.
Me de a mão pra fugir desta terrível escuridão."

(DragonBall - fez parte da minha vida por muito tempo)

Geralmente.. é isso que acontece! Aí.. FUUUUUUUUUUUUUUU

terça-feira, outubro 27, 2009

Give me TIME TO BE FREE!

Quanto tempo sem postar... e quantas mudanças nesse meio tempo. Acho que a mais relevante e que sai da Câmara e agora estou trabalhando (estagiando) na Louis Dreyfus, uma empresa muito legal, bons colegas e possibilidade de crescimento. Mas e porque que eu não estou contente? Estou com muitos planos de mudanças em mente e não vou descansar enquanto não colocar em prática. Está bem interessante pensar em uma mudança drástica de vida final do ano, liberdade, trabalho novo, novas amizades, morar sozinha, estudar em uma faculdade melhor... Obviamente tenho medo e penso nas coisas que posso perder aqui, porém não estaria na hora de mudar?
Estou com 22 anos e não tenho nada meu, constantemente ouço isso juntamente com as palavras: quando você tiver o que é seu...
Me sinto presa, escrava de uma rotina ruim de uma cidade onde todas as pessoas se conhecem e isso não é bom! Sinto a inveja e amargura da maioria mascarada em sorrisos falsos e ilusórias expressões de desejo tudo de melhor para você, sim os atores da vida real, gente sem coragem de fazer algo melhor pelas suas vidas e definitivamente não quero ser um deles. Mas é esse tipo de sentimento que nos leva a ficar da mesma maneira, por isso que preciso e vou mudar!

Preciso ter novas experiências, nem que seja para voltar com o rabo entre as pernas e parar de reclamar tanto!
Claro que vou sentir falta dos meus amigos e principalmente da minha mãe, mas essas separações, embora ão definitivas, fazem parte da vida, e estou ciente disso.
Qualquer novidade vou postando! :D

Abraços ;)

Meu lindo sonho americano! HAUSHASUHAS
(que o pessimismo não deixa ser tão lindo assim)

terça-feira, setembro 08, 2009

O Deserto


Os passos curtos estreitavam Sophia e o deserto, o cansaço consumia a jovem que há três dias fugiu da sua vida de realeza. Nesta fuga lembrava que o deserto na infância tinha um fim, bastava olhar para o horizonte e nele avistava um campo que mesmo longínquo podia-se calcular o tempo de distância para alcançá-lo e, desse modo, não seria tragado pelo infinito deserto. Porém agora, a jovem Sophia constatava que o deserto havia crescido, fitava o horizonte e apenas areia vinha à visão. “Ai, daqueles que ocultam desertos!”. Exclamou e continuou caminho.

Um pouco a frente foi reconhecida por um velho pigmeu que estranhou a presença de Sophia e perguntou: O que a princesa está fazendo por aqui? Sophia não falou uma palavra, apenas sorriu e continuou a andar. As brincadeiras no palácio já não tinham mais a alegria de quando era criança, as fadas que pareciam tão bondosas lhe aparentavam perversas, com seus sorrisos, escondia um desejo de fazer sofrer incalculável, o feiticeiro que realiza magias para encantar o palácio com o passar do tempo distanciou de todos ficando somente no seu canto, lendo e realizando magias para deleite próprio. Com a morte do Rei o clima se tornou ainda mais impossível, uma disputa de poder invadiu todos os setores, a Rainha deprimida não percebia o que estava ocorrendo, o príncipe que seria o sucessor, ainda tinha 10 anos, teria de esperar ainda quatro. Quanto à princesa Sophia não poderia galgar o poder, pois aqui mulheres não comandam. Diante desses fatos não havia motivo para lá continuar, assim duas semanas após completar 17 anos decidiu partir, deixou um bilhete para mãe, beijou o irmão e se foi... Nesta fuga tinha em mente poder alcançar o horizonte, visto que nos campos podia ser outra pessoa e fazer uma nova vida. Contudo, os campos não podem mais ser vistos, restava apenas caminhar para um dia encontrar algo semelhante. Porém até o momento encontrou nada...

A pele pálida ficou rosa, a garganta cada vez mais secava, sorte que trouxe muita água, nas suas costas a grande mochila pesava, resolveu descansar. Armou a barraca, dentro a sombra acalmou a jovem, nesta terra de três sóis a noite era algo momentâneo, por isso quando ela chegava todos celebravam com bebida, comida ou qualquer coisa que lhes propusessem prazer. A claridade era insuportável para aqueles que viviam no deserto, agora Sophia, a nova residente, já sabia disso. Pensou no palácio, o que estariam fazendo agora, pelo que parece ninguém se importou da saída dela, pois para eles, ela logo retornaria, não agüentaria a vida no deserto, porém o deserto para Sophia não se faz apenas de areia, às vezes de ostentações de falsos títulos e sentimento é quando o homem se encontra no maior dos desertos. Com isso, apesar de ver a esperança ir embora frente aos campos, ela se sentia leve, porque entre as areias não havia diferença apenas o mesmo partia de um lado ao outro. “Estou na eternidade” disse. Abriu a mochila, pegou um pão e comeu. Resolveu descansar, deitou e os olhos foram se fechando aos poucos, adormecendo.

Cansada, Sophia dormiu por horas, três dias se passaram desde a última vez que caiu no sono, acordou pelos barulhos que próxima da sua barraca ressoava, viu que a noite havia chegado, algum grupo de pessoas festejava, correu em direção, porém a noite estava no fim do mesmo modo que a alegria, assim tudo retornou ao silêncio e ela se viu novamente consigo. Recolheu a barraca, colocou nas costas e caminhou, o sol que ainda iniciava a aparecer lhe dava ânimo para continuar. Sophia peregrinou até o topo de uma duna, pois as nuvens repousavam nela, ela ergueu as mãos e se banhou com as águas que caíam das nuvens, encheu o seu recipiente de água e voltou a sua busca. Neste retorno ela avistou um senhor de barba, que usava um manto e se sustentava em um cedro de madeira, do alto acompanhava-o uma águia e no seu pescoço enroscava uma serpente, Sophia lembrou-se de histórias sobre aquele senhor, contudo imaginava ser um personagem mítico, tentava lembrar o nome dele, porém havia esquecido, o senhor aos poucos se distanciava e sumiu da visão da jovem, com isso ela voltou a andar. A visão daquela pessoa trouxe a Sophia boa perspectivas sobre o resto do dia, então resolveu não carregar mais aquela pesada mochila que trazia nas costas, largou no deserto, os antigos pertences escorreram pela areia, ela olhando-os sendo sugado pelo deserto sentiu mais alegre. Olhou para o horizonte sabia que ia encontrar os campos, pois era sua vontade, talvez no deserto não tivesse de esperar que lhe concedam, mas tem que combater para obter o que deseja. Ela começou a correr...

A corrida não era extenuante, mas extasiante, os passos eram mais largos cada vez que percorria o deserto, as areias entravam entre os dedos do pé promovendo uma amplidão da vontade. Sophia queria possuir muitas coisas no momento só que não tinha mais um alvo definido, pois tudo se movia, nada era fixo, a velocidade dos passos marcavam o poder da vontade. O efêmero, o fugaz, o verdadeiro, se tornou aquilo perscrutado por Sophia, já que por toda a vida carregou consigo os interesses e quereres alheios, agora combatia de frente o seu próprio deserto, desse modo poderia encontrar um oásis que pudesse repousar e mastigar os detalhes da vida que lhe passaram de maneira uniforme. No entanto, na exacerbação do si mesmo proveio o embate com algo maior pelo qual o horror e admiração se juntavam, visto que, uma forte ventania cobriu o deserto, o céu tornou-se negro, as areias se juntavam uma acima da outra, se formava uma tempestade de areia. Por instantes, Sophia pensou aonde iria se esconder, no deserto não havia local. Foi então que decidiu continuar correndo, entretanto, o vento, a areia, a impediam, Sophia não conseguia enxergar. No meio da tempestade ressoava um som bem grave lhe parecia com um dragão, ela estava chegando ao limite, aquele fenômeno parecia dizer à jovem que ela devia retornar, ela devia parar, ela devia desistir, que Sophia devia morrer. Mas ela recolheu forças e gritou para todo aquele dever: eu quero...

A partir dali, ela queria correr mais, mesmo sem ver o que lhe acontecia a míseros metros a sua frente, os campos já não importava mais alcançar, apenas diante do deserto não queria mais resignar, apenas caso houvesse de perder as forças seria através do próprio querer e não por causa de um dever que lhe adveio do exterior. Correndo, Sophia não percebeu que estava indo em direção a um ciclone que havia se formado, ele a tragou e ergueu a jovem princesa aos céus, aí restou a Sophia imaginar que o fim estaria próximo, numa visão conseguiu avistar uma estrela cintilante que aos poucos se apagava. Esta visão a fez ainda resistir, deixou o ciclone vir para senti-lo em cada milímetro e na queda fatal, jogou os braços para trás e asas surgiam das suas costas, agora não mais caminhava ou corria, mas sim voava. Com isso, conseguiu escapar da tempestade e adveio a bonança, só que agora Sophia via o deserto do alto, todas as hordas que moravam naquele local se tornaram minúscula, viu os povos, já não conseguia entender o que lhe diziam, já que estava tão acima que estava apta a criar sua própria linguagem, sua própria gramática, seu próprio deus.

Tentou avistar o palácio, não era mais possível, os campos não enxergava, apenas deserto, aí notou que os campos nunca existiram, apenas faziam parte do imaginário da sua fase infante. O riso a dominou, agora ele era a maior regra, já que para com o horizonte apenas o deserto era possível, então não representava um além, ali mesmo iria criar o campo para transformar-se naquilo que ela já é, um verdadeiro enigma para todos e um arquétipo para ninguém. Decidiu tocar no deserto, agora o sentimento era diferente, pois ela se tornou ingênua, não emitia juízos, não havia mais o bem ou mal, ou qualquer dicotomia metafísica. Assim, Sophia não mais simplesmente caminhava, o seu andar se traduzia numa dança que envolvia todo o seu corpo e não mais falava, mas cantava. Entretanto, as pessoas não compreendiam a sua cantiga, pois Sophia tornou-se o próprio além.

Agradeço a meu amigo filósofo Aracajuano, Thiago Dantas, escritor deste conto.

;)

sexta-feira, setembro 04, 2009

Nossas esperanças e sonhos, estão em um lugar longe daqui... Ou não?

Pensai em todo esse tentar, buscar, planejar, pensar, viver, andar, jogar, amar, perder, conquistar. (Muita coisa, com certeza).
Quando pensamos tudo estar perdido, eis que surge do nada uma esperança, ou várias.
Por que não pensar na existência de algo divino se do nada nos é enviado anjos, anjos sem asas mas com bons pensamentos, o que se pode considerar a maior prova da existência de Deus hoje em dia, a diferença entre pessoas boas e más.
O que me difere de uma outra pessoa, o que faz que alguns sejam inspirados para o bem e alguns para o mal?
Claro que não precisamos de religiões, doutrinas ou qualquer outra espécie de culto para que sejamos bons e nenhum livro vai te dizer o que deve fazer melhor do que ouvir a voz da consciência.
Felizmente tenho tido ótimos amigos que tem me apoiado muito, em tudo. Ando com uma rotina bastante pesada de trabalhar, estudar, faculdade, problemas pessoais (mas quem não os tem), como me disse um amigo evangélico hoje: "ninguém tem um fardo maior do que pode carregar", espero que ele realmente esteja certo.
Nesse momento sinto a necessidade de achar esperanças e acreditar que vou ser uma pessoa melhor, e serei, pois só essa vontade já cria uma revolução, mas também começo a ver que sou uma boa pessoa e tudo isso só vai melhorar então.
Essa semana quase perdi a minha melhor amiga, por ser agressiva demais com as palavras, então isso preciso mudar com urgência e também fiquei muito feliz de ter mais contato com uma pessoa que está a anos no meu msn!
Me prometi que tentaria pensar menos nas frustrações (nem na portada do viado que tomei essa semana) e mais nas coisas boas e se eu estiver triste, olharei as fotos dos gatos do Leandro, pelo menos para soltar um "oooinn que bonitinho".
Pois é, e o Michael Jackso
n que foi enterrrado finalmente!
Será que chove? Acho que não hein...
E a gripe A matando pessoas no Brasil, que barbaridade!

Como notaram.. acabou o assunto :/ hasuhaushausha

"óooinn.. que bonitinho" *____*

Mais uma sexta-feira a noite bem aproveitada, na minha opinião.

Achei um rascunho de postagens de 18/04/08 e aí vai:

Começando...

Desde o princípio tentei manter meus sonhos/ideais, sempre muito bem definidos e intactos, hoje vejo que muita coisa mudou, mas que tem coisas que continuam sendo as mesmas...

Os top top dos meus sonhos sempre foram: x}} (que vergonha de contar)

*ter uma casa no campo, bem isolada de tudo e com muitos bichinhos para cuidar, de todas as espécies;

*baseada no sonho anterior, dedici então montar um canil, pois não teria um animal que ficaria solto por aí e que se viesse por livre e expontânea vontade não iria ser atendido;

*logo, vem sempre um baseado no outro, que seria encontrar alguém para me cuidar e me ajudar a cuidar de toda essa gente e que importante, não quisesse ter filhos

*larguei o anterior, por querer ser uma assistente social para ajudar não só animais, mas pessoas também;

*o canil continua;

*o amor se foi ao longo do tempo;


Acabei de perder a definição (indefinida) do meu caráter...
Não sei mais oq escrever sobre sonhos...
E talvez eu realmente precise de alguém.. mesmo que nessa hora eu precise ser forte...


O que aconteceu até agora, tenho certeza que assistente social não serei, pois estou fazendo ciências contábeis e tenho certeza que preciso de alguém para cuidar dessa bixarada toda :)
As coisas mudam em pouco tempo e a vida toma outro sentido.
O looongo prazo me fez lembrar de outra nota mental dessa semana: Ter mais paciência.

terça-feira, julho 21, 2009

The Elf-folk is calling me..

(In the sheltering shade of the forest
Calling coming in silence
Accompanied only by the full moon
Howling of a night wolf
And the path under my bare feet...
...The Elvenpath)

Hearing music from the deepest forest
Songs as a seduction of sirens
The elf-folk is calling me

Tapio, Bear-king, Ruler of the forest
Mielikki, Bluecloak, Healer of the ill and sad
Open the gate and let me follow the uncarven path

The way to the lands
Where as a hero I stand
The path where Beauty meet the Beast
Elvenpath
It's the honesty of these worlds
Ruled by magic and mighty swords
That makes my soul long for the past
Elvenpath

The moonwitch took me to a ride on a broomstick
Introduced me to her old friend home gnome
Told me to keep the sauna warm for him

At the grove I met the rest - the folk of my fantasies
Bilbo, Sparhawk, goblins and pixies
Snowman, Willow, trolls and the seven dwarves
The path goes forever on

The way to the lands
Where as a hero I stand
The path where Beauty meet the Beast
Elvenpath
It's the honesty of these worlds
Ruled by magic and mighty swords
That makes my soul long for the past
Elvenpath

("Long ago, in the early years of the Second
Age the great Elven-smiths forged rings of

power.")

As I return to my room
And as sleep takes me by my hand
Madrigals from the woods
Carry me to neverland
In this spellbound night
The world's an elvish sight
In this spellbound night
The world's an elvish sight

("But then the Dark Lord learned the craft of

ring-making, and made the Master Ring.")

The Elvenpath - Nightwish

Com certeza a letra mais épica dessa banda finlandesa que tanto gosto.  Identifiquei-me tanto com a letra hoje pois era mais ou menos em lugar assim que eu gostaria de encontrar. 

Como posso me descrever? Angustiada, eu acho. Queria tanto de estar muito longe daqui. ;~

terça-feira, julho 07, 2009

O RPG NÃO INFLUENCIOU NENHUM CRIME NO BRASIL!!

O RPG não influenciou NENHUM crime no Brasil
Peço a todos os jogadores de RPG que copiem este texto em seus blogs, sites, flogs, comunidades do orkut e onde mais puderem, pois não seremos mais usados como bodes expiatórios por delegados ineficazes, pastores evangélicos, vereadores oportunistas e jornalistas incompetentes.
O texto abaixo dá nome aos bois: às vítimas, aos assassinos e aos oportunistas que usaram os crimes para se promoverem. Chega de notícias distorcidas, incompletas e tendenciosas.
TERESÓPOLIS
Em 14 e 20 de Novembro de 2000, na cidade de Teresópolis (RJ), duas garotas de 14 (Iara dos Santos Silva) e 17 (Fernanda Venâncio Ramos) anos foram estupradas, torturadas e estranguladas com um intervalo de seis dias entre os crimes.
Sônia Ramos, 42, madrasta de Fernanda, a segunda vítima, levantou a suspeita de que as atrocidades pudessem estar ligadas ao jogo porque sua filha (a VÍTIMA, que NÃO jogava RPG) andava na companhia de outros garotos que jogavam GURPS e Vampiro (sua alegação se baseou no fato de que sua filha andava as voltas “com pessoas que se fantasiavam de vampiros”).
Inclusive a polícia chegou a prender injustamente um jogador de RPG, que não vou falar o nome porque o coitado era inocente e não merece ter seu nome publicado, mas que passou quatro dias na cadeia por causa deste absurdo. O verdadeiro assassino das garotas foi preso após o 5o crime, depois da prisão do RPGista; era um cigano e NUNCA sequer passou perto de um livro de RPG.
A imprensa irresponsável, assim como no caso famoso da “Escolinha Base”, foi muito rápida em divulgar versões fantasiosas sobre o “jogo da morte”, mas NUNCA publicou uma linha sequer se desculpando com os 400.000 jogadores de RPG que foram ofendidos em sua moral e prejudicados diante da sociedade.
OURO PRETO
No dia 10 de outubro de 2001, Aline Silveira Soares viajou do Espírito Santo com sua prima e alguns colegas para Ouro Preto para participar da “Festa do Doze”, que é uma espécie de Carnaval fora de hora entre as faculdades da região, com R$40,00 e a roupa do corpo para passar três dias.
Segundo o laudo, Aline consumiu drogas durante o dia anterior ao de sua morte. Esta informação foi confirmada por diversas testemunhas que também participavam da festa, em Ouro Preto (testemunhas que foram solenemente ignoradas pelo delegado Adauto Corrêa após as investigações tomarem o rumo circence). Aline não tinha dinheiro e acreditou que conseguiria fugir do traficante sem pagar pela droga que consumiu, mas no dia de sua morte (14 de Outubro de 2001), foi abordada pelo criminoso no caminho de volta para a república onde estava hospedada (o cemitério fica exatamente no meio do trajeto entre o local da festa e a república). Testemunhas (que também foram ignoradas no inquérito oficial) disseram ter visto Aline conversar com um conhecido traficante da cidade na porta do cemitério algumas horas antes de sua morte.
De acordo com especialistas em crimes relacionados a drogas, Aline provavelmente teria se oferecido para ter relações sexuais com o traficante para pagar a dívida, pois as roupas da garota foram encontradas “cuidadosamente dobradas e dispostas ao lado do local do crime, sem nenhum indício de violência ou de coerção”. Aline tomou o cuidado de deixar suas sobre uma das lápides, dobradas com a jaqueta por baixo, para que não sujassem.
Ainda segundo o laudo oficial da perícia técnica, durante a primeira facada que Aline recebeu, o corpo estava na posição acocorada, popularmente conhecida como “de quatro”. Segundo especialistas em crimes de estupro, o traficante provavelmente teria tentado obrigar Aline a realizar sexo anal, que possivelmente foi rejeitado pela garota, resultando no primeiro golpe com a faca. O traficante, tendo ferido Aline seriamente, não viu alternativa a não ser terminar de matá-la. Para disfarçar, o assassino colocou o corpo de Aline em posição deitada sobre a lápide (pelas fotos da perícia e rastros de sangue, pode-se atestar que o corpo foi movido APÓS a sua morte) para tentar atrapalhar as investigações.
Quando o corpo foi encontrado, os policiais começaram as investigações pelos locais em que Aline se hospedou e em uma das repúblicas foram encontrados alguns livros de RPG, que o delegado, evangélico confesso, classificou como “material satanista”. A partir disto, um vereador oportunista chamado Bentinho Duarte (sem partido) viu nisso uma chance de se promover realizando terrorismo psicológico e, junto com o Promotor Fernando Martins (conhecido por ter tentado proibir a distribuições de jogos como Duke Nuken e Carmagedon), moveu ação contra as empresas Devir Livraria e Daemon editora tentando a proibição de 3 títulos (Vampiro: a Máscara, Gurps Illuminati e Demônios: a Divina Comédia).
Resumindo: um crime que não teve nada a ver com RPG, mas sim com DÍVIDA DE DROGAS resultou até agora na prisão de 4 garotos injustamente (que NÃO são jogadores de RPG, fato comprovado pela mãe da vítima em depoimento ao vivo na rede Bandeirantes de TV) e um completo show de aberrações e absurdos na mídia.
GUARAPARI
Polícia Civil do Espírito Santo prendeu, na noite de 12 de Maio de 2005, dois acusados pelo assassinato do aposentado Douglas Augusto Guedes, da mulher dele, a corretora de imóveis Heloísa Helena Andrade Guedes, e do filho do casal Tiago Guedes, em Guarapari. Os corpos dos três foram encontrados amarrados e deitados em camas no dia 5 de maio. Na mesma data, eles foram sepultados.
O delegado da Divisão de Homicídios de Guarapari, Alexandre Linconl, evangélico, disse ao Portal Terra que os assassinos MAYDERSON DE VARGAS MENDES, 21 anos, e RONALD RIBEIRO RODRIGUES, 22, confessaram que eles mataram a família motivados pelo jogo, mas essa “confissão” não ocorreu imediatamente após o crime.
O crime que Mayderson e Ronald cometeram é o de LATROCÍNIO QUALIFICADO E PREMEDITADO, ou seja, mataram para roubar de uma maneira cruel e sem dar chance de defesa às vítimas, com premeditação. Esse é um crime hediondo, sendo julgado e condenado diretamente por um juiz criminal. Ambos os acusados já tinham ficha criminal (ambos estão respondendo processo por Porte ilegal de Arma).
O que o advogado de defesa da dupla estava fazendo era alegar que eles cometeram o crime influenciado pelo jogo e, com essa ação, tentar reverter o crime para Homicídio Simples, baseado no tal jogo que ninguém sabe o que é. Com isso, os assassinos iriam para um júri popular, que poderia ser muito bem influenciado por todo esse novo circo que a mídia sensacionalista armou e, jogando a culpa em cima do RPG, poderia até inocentar os “pobres coitadinhos vítimas do jogo” Mayderson e Ronald…
O que tem de ficar bem claro é o seguinte: os criminosos entraram na casa, apontaram armas para Tiago e sua família, doparam a família sob a mira do revólver, levaram o garoto até o caixa eletrônico onde roubaram R$ 4.000,00 de sua poupança e depois executaram friamente a família com tiros na cabeça, para não serem reconhecidos. A história do “RPG” só apareceu dois dias depois que os assassinos foram capturados pela polícia, sob orientação do advogado de defesa da dupla.
É bom lembrar, já que a mídia “esqueceu”, que, graças à intervenção da Daemon Editora e da conversa de Marcelo Del Debbio, escritor especialista em Role Playing Games, com o delegado de Guarapari ao vivo em uma entrevista na Rede Bandeirantes de TV, o advogado de defesa da dupla abandonou o caso, deixando os dois criminosos sem advogado à espera de um defensor público.
Com estes textos, podemos começar a nos defender dos três falsos “crimes do RPG”. Já está na hora destas informações serem passadas para jornalistas sérios que queiram nos ajudar a fazer a verdade aparecer.


Texto retirado do blog: www.nerdsomosnozes.com, vamos lá jogadores de rpg, divulguem isso.

Na época dessas reportagens eu jogava rpg e fui bastante discriminada.. espero que isso tape a boca de bastante gente! ;D

quinta-feira, junho 25, 2009

Esqueci uma parte: Notaram que os casos de mulheres pedófilas são menores do casos de homens?
Desde o princípio os homens são colocados como centro do universo, sendo que sem as mulheres, eles nem existiriam, pq a superioridade então? Porque ganha sempre as coisas com mais ignorância do que por razão.

Falta o bom senso!

Vamos aos fatos, alguém já viu um macaco (pré-homem) vestido em pequenos trajes, se insinuando em gestos obscenos ou mesmo saindo com vários machos em uma mesma noite ou então "curtindo a vida" e fazendo vários filhos que não podem criar?
Continuemos então com o pensamento, vocês já presenciaram algum tipo de animal, que estupra os filhos dos seus irmãos de espécie? Homossexualismo entre animais, até existe, mas essa é uma questão de preferência ou genética, é aquela velha história que as pessoas tem direito de fazer o que querem, tanto que não faça mal a elas e nem as outras.
Entre todos os terrores que nossos irmãos, seres "civilizados" fazem, como podemos dizer que somos seres pensantes e superiores?
Vou colocar um vídeo que me emocionou profundamente e me fez reavaliar muitos de nossos valores: http://www.youtube.com/watch?v=KG7tbjmJ3cc com certeza vale a pena olhar.
A história inteira me fez chorar e pensar, onde está o nosso amor? a nossa amizade? o nosso companheirismo?
As pessoas acham normal, ir em festas, dançar, se drogar, beber e ainda na segunda feira colocar suas fotinhos no "orkut" como método de afirmar as "amizades" e dizer que alguém ainda tem um sentimento por elas, para não dizer que sua vida é tão vazia. Essa banalização sexual e falta de bons comportamentos e boas instruções, fez com que sejamos criados para não ter sentimentos verdadeiros e temos que aceitar a idéia de que a vida vai ser assim e que a vida é vazia assim. Mas não é! Podemos amar de verdade, pensar de verdade, nos comportar como seres superiores e pensantes. Mas enquanto não houver respeito entre homens, animais, natureza, nada disso vai acontecer. Enquanto todo mundo não parar de pensar que é o ser mais importante do universo, nada de bom vai acontecer e cada vez mais vejo que estamos caminhando em direção a total decadência.
Realmente, não vou por filhos no mundo para conviver com os de "vocês".

Ontem também vi mais uma reportagem sobre um padre católico acusado de pedofilia. Uma criatura que suportamente deveria ser modelo de moral e conduta. Não tem explicação.
É essa a religião que aceitamos e temos por certo! E ainda vem uma "mulher samambaia" da vida na TV (que eu odeio, mas as vezes é inevitável) falar que não quer passar imagem de vagabunda, mas vá estudar então, agora só pq tenho um corpo bonito tenho que sair mostrando para qualquer um.
Cansei das auto-análises, isso é uma maneira de olhar só pra mim, e isso não é certo, vamos olhar para fora também, nem que seja para ver essas barbaridades. Afinal, se eu pudesse, não faria parte desse mundo, mas já que não tenho outra opções.






quarta-feira, junho 03, 2009

Dia do Orgulho NERD

Direitos:

O direito de ser ainda mais nerd.

O direito de não sair de casa.

O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.

O direito de se associar a outros nerds.

O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.

O direito de ter tantos amigos nerds quanto quiser.

O direito de não ter que estar “no estilo”.

O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de visão.

O direito de expressar sua nerdice.O direito de dominar o mundo.

Deveres

Ser nerd, não importa o quê.

Tentar ser mais nerd do que qualquer um.

Se há uma discussão sobre um assunto nerd, você tem que dar sua opinião.

Guardar todo e qualquer objeto nerd que você tenha.

Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um “museu da nerdice”.

Não ser um nerd genérico.

Você tem que ser especialista em algo.

Assistir a qualquer filme nerd na noite de estréia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.

Esperar na fila em toda noite de estréia.

Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado à nerdice.

Tentar dominar o mundo!

Foi dia 25 de maio, mas a postagem ainda é válida.. ;PP

sexta-feira, maio 22, 2009

Heeey!

Revendo meus conceitos e minhas atitudes.
Fui ao médico ontem, acho que pela 10ª doença esse ano, pequenas infecções, gripes e etc, são atestadas, mas e o que leva o surgimento de todos esses males, que mesmo que pequenos acabam causando um problema a mais no cotidiano já tão corrido, rápido, cuidando as horas, com pressa, pensando no futuro, se preocupando com as contas, com o que os outros vão pensar, com o sapato novo que eu não posso comprar, com a bolsa nova, e com todos esses pequenos sofrimentos? Bom, vou explicar o que sinto e o que me dei conta, nesses dois dias de atestado sem poder trabalhar por causa de uma gripe. Na minha última postagem eu me queixei da falta do mês de férias, das contas, das injustiças do mundo e etc. Pois bem, sou um ser humano, perfeito (sem nenhuma deficiência ou doença grave) que vive por aí reclamando e colocando defeito em tudo e todos. CLARO que o mundo é cheio de coisas ruins, mas e as boas que eu tenho ignorado? As pessoas maravilhosas perto de mim que eu acabo afastando pela minha falta de jeito com todo mundo ou que continuam perto por não terem outra opção, pois gostam de mim e querem me ajudar a viver bem.
Vejo que está na hora de rever tudo isso, essas doenças não são nada mais que reflexos do meu estado de espírito, GRAÇAS A DEUS posso ficar 3 anos trabalhando sem tirar férias, sinal que tenho força, trabalho para pagar minhas contas e conseguir mais pelo meu futuro. AINDA BEM que eu consigo um emprego logo depois q saio de um outro. OBRIGADA família, amigos, e todo mundo pela força, pela paciência, pelo companheirismo que eu tanto preciso.
Eu me dei conta, que eu não sou muito diferente daquela pessoa que eu falo mal por não fazer nada para melhorar a vida e mesmo assim fica reclamando, tudo bem que eu trabalho, me esforço para estudar, mas mesmo assim eu reclamo, fico mal-humorada, ando de cara amarrada, desconto nos outros minhas frustrações. Que frustrações? Se tenho tudo que preciso, por mais que seja difícil, mas é assim para todo mundo. Talvez se eu acrescentasse um pouco mais de ALEGRIA aos meus dias, porque ser tão obscura, o que me faz assim? Medo de parecer humana? Mas é o que sou, o que mais posso querer parecer. Fico me atolando em contas para ser um pouco melhor do que sou e a que isso me leva? A sapatos novos, blusas, calças e etc... e isso contribui em que pela minha felicidade? Simplesmente não contribui em nada. Eu posso e devo comprar tudo isso, mas de maneira controlada que não prejudique meu sono e minha saúde.
Quanto a “aquela” pessoa que me deixa tão perturbada? Ele não vai mudar. Eu tenho que me adaptar com isso até sair daqui. Família a gente não escolhe, não posso exigir mais que podem ou querem fazer por mim,mas já que entrei nesse rumo da conversa, tenho que agradecer ao anjo que colocaram em um dos lados dessa história, e por esse anjo é que vou me conformar e já que estou nesse mundo, viver e conviver da melhor maneira possível. Eu não entendo como lados opostos e tão conflitantes conseguem viver ao mesmo tempo comigo. De um lado sou uma pessoa amável, inteligente e que todos querem bem e de outro sou explosiva, compulsiva, arrogante e até ignorante as vezes. Preciso dar um jeito nisso. Qual é meu ponto de equilíbrio?
Apenas dois dias em casa serviram para eu colocar a cabeça no lugar e fazer uma pequena retrospectiva dos meus anos, anos que não trabalhei ou estudei eu simplesmente não tenho nada de bom para lembrar. Anos como esse que me fizeram crescer e contribuiram um pouco pelo que sou, que não é grande coisa, mas está em processo...
Talvez esses dois lados que tenho, sejam frutos da minha criação.
Tenho a impressão que com um pouco de conscientização, eu consiga viver melhor.

quarta-feira, maio 13, 2009

Respire.

E lá vamos nós...
Hoje, um dia como tantos, mas dando graças aos Deuses pois eles mandaram chuva, coisa que a região Sul andava precisando. Um dia sem maiores complicações, é o que se espera. Estou meio ansiosa e decepcionada, mas claro, são coisas da minha cabeça que não consigo controlar.
Talvez eu esteja sendo muito exigente em tudo na minha vida, e isso não é bom. Quero as melhores notas, resultados, amigos, família, tudo agindo da melhor maneira possível ao meu benefício, sendo que não é assim que funciona. Não posso esperar das pessoas, o mesmo que faço por elas, ou até que nem faço. Sem falar na auto decepção quando não tiro a maior nota ou não faço as coisas como imagino que faria. Mas é pecado querer o tirar o melhor de tudo e buscar a evolução constantemente, acho que um dia eu aprendo com essas atitudes.
Ontem em uma discussão com uma pessoa que considero meu "ex-amigo" ele me falou que eu não sei o que é uma verdadeira amizade, sendo que na realidade, deixei de ser amiga dele pois ele não foi sincero comigo, quem não sabe o valor de uma verdadeira amizade então? Eu considero meus amigos verdadeiros, mesmo que sejam poucos, bem poucos. E eu NÃO quero pessoas falsas e mentirosas perto de mim. E isso vai continuar assim.
Sinto falta das minhas leituras, do meu tempo livre, falta do TEMPO mesmo, tempo que está passando, tempo que não pára. Sabe quando o tempo não te ajuda e você é refém das horas, minutos, segundos. Sinto preguiça, falta de vontade, desistimulo com a vida, não sei o que fazer para que volte a minha vontade de viver.
"The sun is sleeping quietly
Once upon a century
Wistful oceans calm and red
Ardent caresses laid to rest

For my dreams I hold my life
For wishes I behold my night
The truth at the end of time
Losing faith makes a crime

I wish for this night-time
to last for a lifetime
the darkness around me
Shores of a solar sea
Oh how I wish to go down with the sun
Sleeping
Weeping
With you

Sorrow has a human heart
From my god it will depart
I'd sail before a thousand moons
Never finding where to go

Two hundred twenty-two days of light
Will be desired by a night
A moment for the poet's play
Until there's nothing left to say

I wish for this night-time... "



Gostava tanto de mim alguns meses atrás, lia sobre os celtas, tinha tempo e vontade para agradecer aos Deuses, apreciava as pequenas coisas da vida mesmo que fosse por um instante no dia. Hoje chego em casa correndo, tenho vontade apenas de dormir e nem isso posso.
Raros dias consigo dormir sem ter hora para acordar, isso não sei o que é, desde que comecei a trabalhar e isso tende a não mais mudar. Como é ruim pensar temos que passar a vida inteira fazendo algo que não gostamos e que queríamos fazer diferente, mas afinal, temos que sobreviver e tem coisas que não podemos mudar. Fazemos coisas que não sabemos porquê. Falamos coisas sem motivos. Tudo que fazemos em razão de outras coisas e de novos interesses.
Eu estou cansada. Mas não posso simplesmente parar as coisas essenciais da minha vida, como o trabalho. Pois sem o trabalho, não estudo, sem estudo, não evoluo, e assim por diante.
Fazem praticamente 3 anos que não tiro férias, que não viajo, que não faço nada diferente pela minha vida. Vivo doente, com a imunidade arrastando.
Respire, pela tua vida e pela tua saúde. Mas como?

segunda-feira, maio 04, 2009

Uma nova esperança

Um bom tempo sem postar, talvez porque a vida continue na mesma, sem novidades ou novas frustrações. O que me leva a pensar que a vida na mesma seja uma coisa nem tão ruim. Descobri uma nova paixão no final de semana: Star Wars!!! (Estou ansiosa pelo meu cd que vem de ibirubá ;P)

Acho que a única coisa relevante é a notícia que recebi na semana passada que meu contrato de estágio vai até novembro, o que não é muito legal, mas fazer o que, é a vida, empregos são como manias, vem e vão... Alguns ficam algum tempo mais em nossas vidas. Assim como amigos, amores e tudo, não existe nada certo, afinal, também somos passageiros na vida de outras pessoas.

A instabilidade da vida é algo que deve ser observado como maravilhoso afinal se as coisas não vão bem, é tempo de fazer algo para que melhorem.

Estou fazendo, disto sou ciente.

Tudo que tem para ser feito, está sendo. E meu esforço será válido.

Mas realmente, preciso valorizar mais as pessoas que estão perto de mim. Depois de perder não adianta mais.

Minha família... Eu os amo muito.




quarta-feira, abril 22, 2009

Uma mente nem tão brilhante.

"Nash diz: Sempre acreditei em números, nas equações e na lógica. Mas após uma vida de demanda, pergunto... o que é, na verdade, lógico? Quem decide o que é racional? A minha busca conduziu-me do físico... ao metafísico... ao delírio... e ao regresso. E fiz a mais importante descoberta da minha carreira. A mais importante descoberta da minha vida. É apenas nas misteriosas equações do Amor... que alguma lógica ou razão podem ser encontradas. Estou esta noite aqui, apenas, graças a ti. És a razão de eu ser. És todas as minhas razões. Obrigado."


Filme: Uma mente brilhante.



Nunca poderia comparar minha inteligência com a do matemático esquizofrênico John Forbes Nash Jr. mas esse filme me deu um grande impulso para a decisão de não tomar mais remédios quais fossem as minhas perturbações.

É controlável, eu sinto, porém não é fácil. Quando você menos espera é surpreendido por alguma coisa. Segunda a noite, evento e vem a tona uma das (perturbações), a mais desagradavel, pois envolve outras pessoas sempre.

Perdi a conta quantos ingressos e convites eu paguei e deixei na gaveta ano passado, por segundos antes de sair, talvez até mesmo depois de me arrumar, eu cancelei, afinal eu não conseguiria... As vozes, a fumaça, os olhares, todo aquele convivio social que não é bem aceito na minha mente, mas porquê?

Gostaria de entender... mas sinto que não preciso de ajuda "especializada".
Mas não posso deixar isso ficar pior. Já pensou não conseguir entrar na sala de aula, por exemplo?! O.O
> Preocupada...

quarta-feira, abril 08, 2009

o dia depois de amanhã

Não sei como estou conseguindo manter as coisas como estão, mas até que sim, na medida do possivel tudo vai bem. O perdão é um dom para poucos, inclusive eu não sou um desses, mas estou exercitando. Vi que as palavras: eu te perdoo, são facilmente diccionadas e dificilmente sentidas. O perdão envolve medo, atrasos, perspectivas frustradas, desonestidade, desdenho, humilhações e vários outros atos e sentimentos repulsivos tão comuns aos seres humanos. Perdoar não é bom, a mágoa é bem mais fácil. Hoje eu vejo, ficar magoado é tão mais simples. O perdoar uma pessoa, ou pelo menos tentar... envolve muita tristeza, falta de confiança e em alguns casos, dor. Já pensaram na probabilidade de um perdão, e então o ser perdoado vai e comete os mesmos erros novamente. Claro, no dito popular podemos chamá-lo de burro. Mas será que desprovido de inteligência não foi quem deu a chance para o outro errar novamente?
Você abriu uma porta ao erro, a pessoa só fez o esperado, pois ela é um ser humano e isso não vai mudar. A decepção é decorrente da confiança, que se não existir não se quebra que acaba não tendo-se motivos para perdões. O envolver-se com outra pessoa nos faz sentir a falta da plenitude dos sentimentos. Felizmente andei colocando os pés no chão quanto a magia do amor e dos sentimentos puros, o máximo de príncipe encantado que vou arrumar por aí, é o Afonso lá no fundo do pátio e mesmo assim em dia de chuva, ele dá suas escapulidas. (haushaushaush)
Acredito que a solidão nos mostre a plenitude. OU sofre OU ama OU fica sozinho. No momento em que felicidade depende de outra pessoa, esqueça!
Sempre sonhei desde a infância, não digo que um casamento (com véu, grinalda e tal), mas uma pessoa para repartir alegrias, felicidades, tristezas, dores, que me cuidasse quando eu estivesse gripada, que desse atenção a todas as minhas besteiras, sempre gostei disso, de muita atenção. E quem diria que hoje, vejo que a única maneira de ser feliz é estar sozinho. Humanos são pobres de espírito, magoam, traem, mentem descaradamente e depois se arrependem de tudo, mas e o arrependimento do que adianta? O que posso esperar do resto da humanidade se quando acho uma pessoa diferente, ela faz a mesma coisa, pertence a massa SIM! Uma criatura, que não faz a diferença, faz parte do resto. E isso é muito fácil de entender. Claro que isso não é uma estatística válida, mas creio eu que 90% dos homens são infiéis. E se você faz parte desse número a dedução lógica é: VOCÊ FAZ PARTE DO POVÃO SIM!!! O problema da grande maioria é ser estupidamente "esperto".

Precisa-se de um cavalheiro do velho código! (que não existe, produto em extinção)
O Velho Código
Um cavaleiro jura bravura. Seu coração só tem virtudes. Sua espada defende o oprimido. Seu poder apoia os fracos. Sua palavra só fala a verdade. Sua fúria destrói a maldade!

Mas um cavalheiro nasce assim! Eu sendo uma dama, quando nasci, em essência só tinha princípios e no passar do tempo percebi o que o mundo fez comigo, estou tentando voltar a ser aquela garota. Só que agora, sem os sonhos de amor... ou com eles, mas que não passam de sonhos...

O perdão não é bom, por isso não vou fazer nada que precise ser perdoado futuramente.

domingo, março 29, 2009

Máscaras...

Ser sincero nos tem um preço muito alto as vezes. Mas eu não largo a minha sinceridade por nada que possa acontecer. E a mania de tentar achar o ser humano perfeito também tem me custado muito (mas não vou desistir dessa idéia). Queremos tanto encontrar uma pessoa que nos realize completamente que acabamos ocultando de nós mesmos algumas verdades que são evidentes. Esse é processo que costumam chamar de paixão. 
Me considero uma criatura com uma percepção muito boa, mas muitas vezes por essa busca incessante do ser humano perfeito eu acabo deixando as coisas que percebo de lado para dar uma "chance" a pessoa que está perto de mim.  Hoje eu vi que todos os meus pequenos "estalos" estavam corretos.  O mundo está cheio de máscaras e apareceu no meu caminho um desses mascarados, mais um deles, dos tantos que já passaram. 
Esses tantos que passaram foram amigos (as), namorados, ficantes, colegas ou simplesmente conhecidos que acabaram me decepcionando de alguma maneira. Sempre foi da minha personalidade me dedicar muito as pessoas que gosto e acabo esperando demais, e sempre acabo no final me frustrando. 
Mas é tão egoista isso, porque as pessoas enganam, mentem, traem (tudo a mesma coisa no final das contas) e o sentimento dos outros pouco importa. Enquanto estamos servindo somos válidos, no momento que deixamos de servir nos tornamos incapazes e imprestáveis... É como aquele jogo de interesses que tinha comentado em uma postagem anterior. 
Tudo sempre tende a dar tão errado e não conseguimos fazer nada para melhorar isso, pois quase sempre dependemos de outra pessoa.  Então quando o poder não está somente conosco, realmente não existe o que fazer.  Depender de outro ser humano para que nossos desejos se realizem é o que faz sermos tão frustrados e infelizes.
-Que pessoa fria ela se tornou. (dizem) (Por estar sozinha em sua casa criando seus gatos)
Mas não é essa a questão, talvez para conviver com alguém tenha que ser frio e não para ficar sozinho. Um ser sozinho é muito mais sentimental (não é essa a palavra correta), cheio de pensamentos, idéias, valores, do que um ser que consegue viver com outro e acaba negligenciando a si próprio.
Realmente só na solidão é que podemos evoluir. 
Essa falta de outra pessoa nos faz pensar mais em nós e isso nos faz muito melhores.
Continuo pensando que preciso de um tempo e mais uma vez me precipitei em tudo. É a ansia por encontrar alguém, é ver seus amigos bem encaminhados e não saber oq fazer, acabamos nos entregando a qualquer coisa que aparece no nosso caminho. 
Querer ter validade para alguém e talvez até pq não... Ser amado. 
Esse tempo não pode ser medido em anos ou meses ou dias... é um tempo que quando for a hora certa vou saber, com o diferencial que agora sei que sou capaz de gostar de alguém novamente. E claro que sou capaz de sentir tudo que qualquer um sente e muito mais e agora não sou aquela idiota de alguns anos atrás.  É a evolução agindo em mim.
Não são traumas, são realizações da evolução. Cada coisa ruim que aconteceu me deixou melhor. E com certeza isso não vai ser diferente. Daqui pra frente vou parar de pensar que sou paranóica e vou acreditar mais em mim.
;D



"Falling drops against the window
I took a while to feel awake
Moving clouds is this dream never end
Memories haunt me again
Hear a voice
It sounds like water
Visions make me slip away

All around, the forest growls
While the whispers fill my head
Falling down into a stream of ages
Visions make me slip away

That every day,
I realized the fire burning
Out, as far as I could see
I feel into a silent morning
It's hard to tell, but I say:
Whatever it was, it makes me fear
Invisible for the rest
But I recall it all so clear

These times of joy, these times of wonder
Like a lost edge inside our dreams
It makes me wonder:
What is life,what does it mean?

Rise again,
For your fate will always follow you
No more cries, no hurt and pain
See the future like never before

Undress your sorrow
Leave the past all behind
Time to be free!

Falling drops against the window
I took a while to feel awake
Moving clouds is this dream never ends...

Sounds, they pierce through like an arrow
Hear my voice, it beats like rain
Memories, I'll carry them away...

These times of joy, these times of wonder (...)

Time to be free, give me time to be free...
I need some time to be free"

 - Listening - Time to be free - André Matos

O fabuloso destino de Amelie Poulain - ótimo filme, vale a pena assistir. 
Sinopse: Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo  e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Com tudo, ainda sente falta de um grande amor. 

Um dia também encontro o meu :DDD 





sábado, março 21, 2009

Equinócio de Outono - Alban Elfed ("luz do outono")

21 de setembro no Hemisfério Norte
21 de março no Hemisfério Sul
A luz do dia e da noite se equilibram mais uma vez, mas diferente da primavera, é um equiíbrio que norteia para o recolhimento que virá. Momento de se preparar para o período de introspecção e avaliar a colheita pessoal, decidindo o que será consumido e o que será guardado como sementes para serem plantadas no ciclo seguinte. É reconhecer o que foi aprendido e determinar o modo como usaremos esse aprendizado. O equilíbrio dessa data, diante da iminência da chegada dos dias mais frios, remete à responsabilidade que temos em relação à nossa colheita pessoal e o que vamos fazer com ela. Ritual calmo e meditativo, celebrado à noite, melhor ainda se for ao entardecer.
Bebida e comida para o rito: cerveja / pão ou bolo
Decoração do altar: muitas folhas secas cobrindo todo o altar, grãos de milho, sementes secas.
Fonte: http://www.druidismo.com.br/m_druidismo-pratica-ritos.htm

Resolvi fazer essa postagem hoje, dia 21 de março em comemoração ao Equinócio de Outono, segundo as tradições pagãs do hemisferio Sul.

O Equinócio Vernal (21/03), assinala a entrada da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. É especialmente considerado pelos Astrólogos, pois este “Ponto Vernal”, marca o início do Signo de Áries, a entrada do Sol no Signo de Áries, que marca o início do Zodíaco. É quando o Sol, no seu movimento aparente, passa do hemisfério sul para o hemisfério norte.          
Fonte: http://www.astrologie.com.br/Equi_Sols.htm
Agora pouco senti a mudança na temperatura, afinal a noite já está bem mais fria.Desde o inverno passado, aprendi muita coisa, o druidismo tem sido uma prática importante na minha vida, em todos os aspectos. Hoje mesmo sendo um dia importante, acabei sem inspiração, claro que não a procurei durante o dia inteiro não adianta agora tentar fazer uma postagem inspirada. Estou confusa e um pouco triste, talvez os reflexos da ansiedade a semana inteira, o que não foi uma coisa boa de ser revivida. Acho que estou deixando muito a desejar...Mas tem coisas que não consigo evitar... Gostaria de poder esquecer tudo o que passou e viver como se fosse uma nova era. Vou tentar a partir desse dia 21 de março ser uma pessoa melhor. 

quinta-feira, março 12, 2009

Ansiedade

A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras.A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga.A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem.A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.

Conceito de ansiedade retirado de http://www.psicosite.com.br/

É como me sinto hoje, já fazia algum tempo que eu não sentia ansiedade em demasiada quantidade. Hoje é como meu peito fosse apertado por algo que não posso ver mas que parece passar até no espírito, frio, falta de ar pois a respiração não chega até onde deveria, só quem tem ou já teve é capaz de entender. Nunca soube lidar com isso que chegou sim a se tornar patológico e agora sinto medo ao pensar que poderá voltar.
Mas porquê? O que eu tenho feito de diferente para que isso volte. Não sei mesmo. Hoje não tive uma boa noite de sono, mistura de rinite e euforia, e como fazia tempo que não sentia essa sensação, estar eufórica por algum motivo. Espero que não passe ;x Se a ansiedade for o preço, estou disposta a pagá-lo.
Meu problema é pensar demais, deveria levar tudo de forma mais normal e leve, mas ao invés disso fico apreensiva, não poderia ser assim.
Espero que tudo dê certo se é que isso é possível...
Como a vida muda a posição que as pessoas exercem. Tem algumas pessoas que nem vemos, e se foi assim é porque era a melhor alternativa. Estamos aqui em nossas melhores fases, pois realmente não poderia ser de outro jeito.
Gosto de pensar que as coisas podem dar certo e anular meu lado realista.
Me sinto feliz também de imaginar que tudo vai ser como eu quero...
Ou então que a vida, pessoas, realizações vai ser tudo como eu planejei, mesmo que seja difícil imaginar tudo isso dando certo, mas poderia dizer que está se encaminhando. Queria ter 18 anos agora, esses 4 anos de contagem humana estão me fazendo falta. Eles fazem parte dos anos perdidos da minha existência, que eu gostaria de recuperar. Mas como disse antes, devemos estar todos em nossas melhores fases.
Está quente e eu estou menos ansiosa. É meio dia agora e ainda sinto como se tudo fosse melhorar daqui pra frente.
Uma postagem depois aqui estou para dizer que criei um orkut novamente, por motivos muito particulares, como disse a algum tempo a vida é um jogo de interesses. Ainda considero o orkut fútil, mas vou ter um, não sei até quando. Sem fotos, sem recados, sem perfil, sem paixões, sem nada.. talvez como seja a minha vida.
Fato revoltante do dia de ontem: meu pai, só para variar. (Y)
"Não vou contar a nossa história. O amor só tem uma história, sempre a mesma...". (Guy de Maupassant - Conto: A Morta)
Mas essa não é uma história de amor, é a história de alguém que passou a infância em segundo plano, a adolescência em terceiro e pela primeira na vez na vida quer ter mais importância na vida de alguém e esse é o motivo que não aceito certas coisas e me decepciono demais com outras. Na realidade nunca tive um amigo de verdade ou então uma pessoa que me tratasse como eu imaginei que deveria ser tratada. Olhava os outros com seus amigos, amores, felicidades e me via quase sempre como um coadjuvante em todas as histórias. É como aquela pessoas que andam no metrô nos filmes enquanto os atores principais se beijam ou conversam e discutem as suas relações perfeitas, pois bem, isso é uma parte de como me sentia. Era como olhar para o céu e pensar: Deus mas qual é o real motivo para eu estar aqui?
Sempre tive que repartir tudo com os outros e sempre fui criada para fazer isso, as pessoas que gostei um pouco me trairam e os que não trairam não eram como eu queria, pois sempre tinham uma outra história de amor por outra pessoa, e assim eu continuaria em segundo plano. Os amigos sempre me deixavam e deixam de lado, mesmo que eu fizesse de tudo para ser uma boa amiga, sincera e companheira. Meus pais tiveram e tem na minha irmã o ser perfeito, tanto que vou fazer a prova da carteira de motorista e eles emprestaram o carro pra ela ficar em Ijui, uma cidade vizinha com ele. Sempre me culparam pelos meus erros e até hoje não me consideram uma pessoa digna de confiança e valor, mas e que instrução eu tive para ser o que sou hoje? Sinto que sou muito melhor do que poderia ser por que eu busquei isso! Se eu sou a pessoa que sou hoje, se eu estudo, trabalho, tenho minhas coisas e conquisto meu lugar é por que eu sempre lutei para isso, pois não tenho ajuda de ninguém para isso. Quando eu tinha uns 14 anos, gastaram todo o dinheiro que ia ser empregado na minha faculdade com futilidades, empregado de forma errada, e eu fico onde? Por isso não canso de por a culpa por no mínimo 4 anos que perdi e que poderia estar formada essa hora, com uma realidade bem diferente da que vivo. Como ver o ponto positivo disso tudo?
Hoje vivo na casa dos meus pais, sem liberdade para ter um relacionamento como eu quero ou a para levar minhas amizades como eu quero, sendo que eu poderia estar bem longe daqui. Longe mesmo. Com minha vida toda diferente, se tivessem dado um passo certo ao meu favor, mas nada nunca é ao meu favor. Mas, se tudo isso tinha que acontecer...
Agora, alguém acha que é pedir demais ter uma pessoa que seja como eu sempre imaginei, vivendo no meio de tudo isso, não é justo eu escolher bem meus relacionamentos?
Não vou ter um amigo se ele não corresponde as minhas expectativas a altura e muito menos um namoro que não é o que eu sempre quis. Tem coisas que ainda tenho que aceitar pois ainda não consegui mudar, mas com certeza o que posso, vai ser como eu quero.
Como não vou acreditar ao menos que existem pessoas especiais, se os fatos nos levam até elas, seria só o acaso? Preciso acreditar em algo.
Tem muitas pessoas especiais na minha vida e agradeço muito por te-las encontrado.
Obrigada pessoas verdadeiras, pessoas que eu tenho realmente alguma importância e que gostam de mim de verdade e como eu sou.
Destino, acaso, deus, deuses, anjos, demônios, chamem do que quiserem... acho que os agentes da matrix andam me perseguindo... HAUSHAUSHAS
É muito mais que um simples destino. É uma história.
E talvez seja mais que ansiedade, uma previsão...