Aproveitando esta noite de ócio e total falta de vontade de fazer qualquer coisa útil e talvez um pouco de tempo sobrando, para o meu bem, entre os estudos e o trabalho e este, é o momento, em que tento colocar alguns pensamentos aqui e colocar em dia também... É claro, poderia ter feito antes, porém, o cansaço mental domina sempre.
Senti uma vontade excruciante de cometer um facebookcídio, reflito, como nos tempos de orkut: em que isso contribui pra minha vida? Além de morar em uma cidade de 60.000 habitantes, onde já sou obrigada em todos os eventos sociais dar de cara com todo mundo que eu não gosto a todo o momento, meus vizinhos, meus ex-colegas dos mais diversos setores, meus ex-amigos, meus ex-ex-ex (é tanto ex e veja bem, não falo de ex namorados, falo de qualquer tipo de ex..), ou então aquelas pessoas em que você nem pensa e conhecer e já vem algo do tipo "eu detesto a cara daquele (a) fulana (o). Aí você abre seu perfil no facebook e o maravilhoso feed de notícias e vê todos eles e muito mais, pois muitos deles, sim, tem idéias e conhecidos em comum. Mas, definitivamente, o que mais me revolta, são as "lições de moral", onde todo mundo é perfeito e sensato ou então, orgulha-se de postar uma foto do "House" dizendo: "Eu sou um nojo de pessoa" e o Johnny Depp então, este sim, é um filósofo dos tempos modernos, pois cada criatura que cria uma frase, vai lá e coloca o autor como o Chapeleiro Maluco ou o Jack Sparrow e aí sim, chovem compartilhamentos...
Engraçado falando assim, pra não dizer trágico. O tamanho da idiotice dos seres humanos e o absurdo da exposição das suas futilidades. Ahh, só mais uma... Lembrei das disputas entre colorados e gremistas, pois a cada besteira compartihada, o torcedor ganha uns R$10,00 do seu time pela propaganda... (Y)
Não existe união, fraternidade, caridade, os principais valores, são destruídos e eles só aparecem um pouquinho, naquelas fotos chatas, que as pessoas (não todas, mas em grande maioria) não tem moral nenhuma, colocam. Óbvio, eu não sou nada, nem ninguém pra julgar. O que me pergunto é, por que eu faço parte disso? Tenho tanta coisa pra fazer e fico preocupada de não estar inserida em uma rede social popular e por isso, ficar desatualizada das coisas que estão acontecendo no momento, mesmo que, neste momento, eu não veja importância nenhuma nisso e não não estou tendo acréscimo nenhum.
Talvez, ter um perfil em uma rede social, seja interessante, no momento em que eu estiver longe daqui. Este é exatamente o problema, não consigo valorizar nada que eu tenho feito ou que tenha para fazer em Cruz Alta. Esses dias em uma conversa fui questionada sobre o que eu gosto de fazer... E a resposta: Eu não sei!
Simplesmente me sinto bem apenas dentro de casa e não tenho a mínima vontade nem de tomar um café em algum lugar. Não consigo me ver indo jantar, participando de uma festa ou de qualquer evento, em que eu precise me expor aqui. Talvez algum tipo de distúrbio, fobia, não sei mais, ou simplesmente, estou realmente esgotada de toda essa falsa liberdade e excessiva moralidade da qual tenho sido refém há anos.
Além de querer, eu PRECISO, ir embora daqui, pra voltar a viver, ou, começar a viver, pois tenho sérias dúvidas sobre o que fiz até agora.
O que me mantém aqui e não me deixa cometer nenhuma loucura? Agora, são 2 motivos.
De qualquer forma, não me sinto mais sozinha. =)
09 de fevereiro de 2012, terá sido esta data, realmente, um separador de águas?
Senti uma vontade excruciante de cometer um facebookcídio, reflito, como nos tempos de orkut: em que isso contribui pra minha vida? Além de morar em uma cidade de 60.000 habitantes, onde já sou obrigada em todos os eventos sociais dar de cara com todo mundo que eu não gosto a todo o momento, meus vizinhos, meus ex-colegas dos mais diversos setores, meus ex-amigos, meus ex-ex-ex (é tanto ex e veja bem, não falo de ex namorados, falo de qualquer tipo de ex..), ou então aquelas pessoas em que você nem pensa e conhecer e já vem algo do tipo "eu detesto a cara daquele (a) fulana (o). Aí você abre seu perfil no facebook e o maravilhoso feed de notícias e vê todos eles e muito mais, pois muitos deles, sim, tem idéias e conhecidos em comum. Mas, definitivamente, o que mais me revolta, são as "lições de moral", onde todo mundo é perfeito e sensato ou então, orgulha-se de postar uma foto do "House" dizendo: "Eu sou um nojo de pessoa" e o Johnny Depp então, este sim, é um filósofo dos tempos modernos, pois cada criatura que cria uma frase, vai lá e coloca o autor como o Chapeleiro Maluco ou o Jack Sparrow e aí sim, chovem compartilhamentos...
Engraçado falando assim, pra não dizer trágico. O tamanho da idiotice dos seres humanos e o absurdo da exposição das suas futilidades. Ahh, só mais uma... Lembrei das disputas entre colorados e gremistas, pois a cada besteira compartihada, o torcedor ganha uns R$10,00 do seu time pela propaganda... (Y)
Não existe união, fraternidade, caridade, os principais valores, são destruídos e eles só aparecem um pouquinho, naquelas fotos chatas, que as pessoas (não todas, mas em grande maioria) não tem moral nenhuma, colocam. Óbvio, eu não sou nada, nem ninguém pra julgar. O que me pergunto é, por que eu faço parte disso? Tenho tanta coisa pra fazer e fico preocupada de não estar inserida em uma rede social popular e por isso, ficar desatualizada das coisas que estão acontecendo no momento, mesmo que, neste momento, eu não veja importância nenhuma nisso e não não estou tendo acréscimo nenhum.
Talvez, ter um perfil em uma rede social, seja interessante, no momento em que eu estiver longe daqui. Este é exatamente o problema, não consigo valorizar nada que eu tenho feito ou que tenha para fazer em Cruz Alta. Esses dias em uma conversa fui questionada sobre o que eu gosto de fazer... E a resposta: Eu não sei!
Simplesmente me sinto bem apenas dentro de casa e não tenho a mínima vontade nem de tomar um café em algum lugar. Não consigo me ver indo jantar, participando de uma festa ou de qualquer evento, em que eu precise me expor aqui. Talvez algum tipo de distúrbio, fobia, não sei mais, ou simplesmente, estou realmente esgotada de toda essa falsa liberdade e excessiva moralidade da qual tenho sido refém há anos.
Além de querer, eu PRECISO, ir embora daqui, pra voltar a viver, ou, começar a viver, pois tenho sérias dúvidas sobre o que fiz até agora.
O que me mantém aqui e não me deixa cometer nenhuma loucura? Agora, são 2 motivos.
De qualquer forma, não me sinto mais sozinha. =)
09 de fevereiro de 2012, terá sido esta data, realmente, um separador de águas?